Bruxa de verdade nem parece bruxa. E aí está o perigo. Como é que a gente vai saber quem é bruxa e quem não é? Pois este livro conta a história de um menino que, de tanto se meter em encrenca com bruxas, acabou especialista no assunto.
Como contar crocodilos é, sob todos os aspectos, uma obra encantadora. Aqui a autora Margaret Mayo reuniu oito contos populares, de nações e lugares tão afastados como a Indonésia e as planícies norte-americanas, o Japão e a Grã-Bretanha, a Grécia e as savanas africanas. Em seguida, recontou-os a seu modo, com doçura, emoção e simplicidade incomparáveis. Neste livro, coelhos, leões, ursos, coiotes, tartarugas, corujas, macacos, crocodilos e muitos outros bichos nos dão lições de astúcia, de sabedoria, de convivência e de pura travessura. Exemplares, nesse sentido, são a calma coragem da Vovó Coelha, que enfrenta docemente um leão muito mandão, ou a esperteza de Mamãe Lebre, que, para que seus filhotes consigam brincar em paz, dá uma lição no Elefante e no Hipopótamo ao mesmo tempo. Mas um aspecto fundamental, que faz deste um livro absolutamente único, são as maravilhosas ilustrações de Emily Bolam. Com um sentido intenso do colorido, um desenho claro e emotivo, suas composições integram perfeitamente o texto e a imagem, tornando a leitura um ato amoroso tanto para a criança como para o adulto. Como contar crocodilos tem projeto gráfico primoroso e foi traduzido com grande sensibilidade por Heloisa Jahn. Título Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ 1996, categoria tradução/criança
Três irmãs, duas idades diferentes, três visões de mundo, todas no mesmo barco, de férias na Antártica. Conheça neste livro o delicado equilíbrio do planeta e, de quebra, o divertido jeito de encarar o mundo das jovens Laura, Tamara e Marininha, filhas do navegador Amyr Klink e da fotógrafa Marina Bandeira Klink. Nos relatos de viagem, estão as lembranças de cinco expedições em família ao continente antártico, onde focas, pinguins, baleias e muitos outros animais especiais passam o verão. Com ainda pouca vivência, elas já sabem e entendem que nosso planeta precisa de cuidados e que, onde quer que a gente viva, nossas atitudes refletem em lugares muito distantes daqui.
Todos os dias Matilda passava horas na Biblioteca, lendo um livro atrás do outro. Mas quanto mais ela lia e aprendia, mais aumentavam seus problemas. Os pais passavam o tempo todo vendo televisão, e achavam muito estranho a menina gostar tanto de ler. A diretora da escola achava Matilda uma fingida, pois não acreditava que uma criança tão nova pudesse saber tantas coisas.
Nessa homenagem aos personagens secundários dos contos de fadas, quem narra a história da Bela Adormecida é um dragão que come salsichas. A história de Chapeuzinho Vermelho é contada pelo caçador. O livro foi construído um pouco à maneira dos jogos eletrônicos: se o leitor entrar na história de Cinderela por uma porta "errada", vai olhar a mesma história pelos olhos do lagarto que se transformou em criado de libré: tudo muda, mas a essência da história permanece inalterada.Prêmio Revelação Ilustrador e Título Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ 1995, categoria criança
A história é narrada nas cartas que Marisa escreve para a prima Ângela. Além de fatos do cotidiano de sua casa, da escola, dos amigos, Marisa conta o desenrolar do mistério que se criou em torno do novo vizinho, um ser invisível, o misterioso morador da casa verde. O texto é leve, muito agradável, escrito em forma de narrativa epistolar, falando sobretudo sobre a amizade e o encontro com o outro.